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A doença é o aviso, o
alerta de que algo não está certo , mas o que promove a cura são os
aspectos saudáveis em nós, e esses é que devem se realçados na terapia. O
foco tem que estar no bom, no belo, e no verdadeiro. Essa auto-descoberta é
o caminho da auto-cura, que nada mais é do que resgatar o amor
próprio.
A função básica do terapeuta
está em espelhar a verdade para o paciente, ajudá-lo a desenvolver uma
consciência do processo de vida e dos mecanismos (obstáculos e ilusões) que
se criam para gerar a doença e, também, poder ajudá-lo a entrar em sintonia
com seus próprios recursos de cura, possibilitando o resgate da
auto-estima, da aceitação e do perdão.
Como diz a música de Milton
Nascimento e Fernando Brandt, O que importa é ouvir a voz que vem do
coração, curar-se é abrir o canal da comunicação, é fazer-se entrar
em contato com a própria essência, é despertar a capacidade de ser, estar,
criar e descriar, sonhar e realizar.
- Texto inspirado no livro A Doença como Caminho, Editora
Cultrix
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